Aprendizagem nas Redes
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Aprendizagem nas Redes


A maioria concorda que o Twitter foi um dos fenômenos da rede social de 2008, e tem desfrutado de crescimento exponencial na popularidade. A ferramenta de microblogging tem um potencial óbvio para ser usado no aprendizado formal, tanto na tradicional sala de aula on-line e - através de tecnologias móveis - para os alunos móveis.  Abaixo estão os 10 usos top do Twitter para a educação: 

1. "Peste Board 'Notificar estudantes de mudanças para o conteúdo do curso, horários, locais ou outras informações importantes. 

2. "Resumindo" Peça aos alunos para ler um artigo ou capítulo e depois postar seus breve resumo ou précis do ponto-chave (s).Um limite de 140 caracteres exige muita disciplina acadêmica. 

3. Compartilhar 'Twit Links' um hiperlink - uma tarefa dirigida para os alunos - cada um é obrigado a compartilhar uma regularidade novo hiperlink para um site útil que encontraram. 

4. "Stalking Twitter Siga uma pessoa famosa e documentar seu progresso. Melhor ainda se este pode ser ligado a um evento (Durante as recentes eleições presidenciais nos EUA, muitas pessoas seguiram @ BarackObama e manteve-se atualizado com seus discursos, etc). 

5. 'Tweet Time' Escolha uma pessoa famosa do passado e criar uma conta no Twitter para eles - escolha uma imagem que representa a figura histórica e ao longo de um período de tempo escrever tweets regulares no papel do personagem que, em um estilo e usando o vocabulário Você acha que eles teriam usado (por exemplo, William Shakespeare, Julius Caesar). 

6. 'Micro Conheça' Hold discussões envolvendo todos os alunos de inscrição.Enquanto todo mundo está acompanhando todo o grupo, ninguém deve perder o fluxo Twitter. Todos os alunos participem, pois uma seqüência de contribuintes é previamente acordada. 

7. 'Micro Escrever "escrita colaborativa Progressive no Twitter. Os alunos concordam em se revezar para contribuir para uma conta ou "história" ao longo de um período de tempo. 

8. "Lingua Tweeta" Bom para a aprendizagem de línguas modernas. Enviar tweets em línguas estrangeiras e pedir aos alunos para responder na mesma língua ou traduzir o tweet em sua língua nativa. 

9. "Tweming" Comece um meme - concordam em um comum de hash tag, de modo que todo o conteúdo criado é automaticamente capturada por Twemes ou outro agregador. 

10. "Pals Twitter 'Encoraje os alunos a encontrar" penpal' a Twitter e regularmente conversar com eles durante um período de tempo para descobrir mais sobre sua cultura, hobbies, amigos, família, etc Ideal para aprender sobre pessoas de outras culturas. 


Referencia:http://steve-wheeler.blogspot.com/
Aprendizagem nas Redes

 As redes sociais são uma forma complexa de relacionamento entre indivíduos, grupos ou organizações  agrupados em torno de valores, crenças ou interesses comuns. O desenvolvimento das redes sociais ocorre a partir da interação e comunicação entre os participantes da rede, o que a configura como uma construção social (TOMAÉL, 2007).
 Para Marteleto (2001, p.72), redes sociais são “um  conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados”. 
 Downes (2005, p.411) aponta que “uma rede social é um conjunto de indivíduos ligados entre si por um conjunto de relações”. 
 Segundo Recuero (2005), uma rede social é composta por dois elementos: os atores (membros) e as relações que eles desenvolvem entre si. 
 A análise de redes objetiva investigar a formação das redes de conhecimento que surgem no interior da estrutura e que constantemente estão influenciando o comportamento dos atores da rede. Neste sentido, um componente importante da rede social são as comunidades, ou seja, os grupos de atores dentro das redes que compartilham informações e constroem o conhecimento (TOMAÉL, 2007).
 As tecnologias da informação e comunicação  têm proporcionado novas formas de redes sociais e novos instrumentos.  Segundo Ugarte (2009) a internet potencializa o funcionamento da rede, funcionando como plataforma de auxílio. 
 Sendo assim, as redes sociais virtuais podem utilizar recursos diversos, tais como, emails, fóruns,  chats, listas de discussão,  newsletters e softwares sociais (orkut,  twitter, myspace) (MACHADO e TIJIBOY, 2005). 
 A combinação de todos estes elementos no ciberespaço formam então redes de relações sociais, compostas pelas chamadas comunidades virtuais, que são definidas por Rheingold (1993) como “agregados sociais que emergem da Net, quando um número suficiente de pessoas realizam discussões públicas por um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relacionamentos pessoais no ciberespaço”.
 No entendimento de Castells (1999, p.385) a comunidade virtual é “uma rede eletrônica de comunicação interativa autodefinida, organizada em torno de um interesse ou finalidade compartilhados, embora algumas vezes a própria comunicação se transforme no objetivo”. 
 De todo modo as comunidades virtuais são ambientes baseados na internet de encontro entre indivíduos que interagem através da comunicação, gerando discussões públicas ao longo de um período de tempo, normalmente balizadas por conteúdo emocional. 
 Conforme aponta Recuero (2005, p.12), “a comunidade virtual é, assim, um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais, que permaneçam um tempo suficiente para que elas possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador”. 
 Deste conceito emerge a  idéia de inteligência coletiva, visto que  as comunidades virtuais são formadas por  indivíduos de perfis variados que lidam diretamente com o conhecimento e sendo assim, “se você precisa de uma informação específica ou uma opinião de um  expert  ou a localização de um recurso, uma comunidade virtual é como uma enciclopédia viva” (RHEINGOLD, 1993). 
 Além disso, as comunidades virtuais funcionam também como filtros eficazes capazes de peneirar os dados que são úteis para cada membro da comunidade auxiliando  com a sobrecarga de informação (RHEINGOLD, 1993).    Um ponto importante para a sobrevivência da comunidade virtual é a motivação de seus membros para se envolver e manter as discussões,  caracterizadas pela assiduidade dos contatos e das interações (MACHADO e TIJIBOY, 2005). 
 Machado e Tijiboy (2005) apontam que na educação, o uso das comunidades virtuais é um campo ainda pouco explorado, porém promissor.